quinta-feira, 4 de setembro de 2008

40 - Madre e Flor


"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta atormentada, uma alma que não se sente bem onde está que tem saudades...sei lá de que!"

Florbela Spanca


O Pastor - Madredeus


Para Amigas e Amigos de Além-Mar.

8 comentários:

Giane disse...

Florbela Spanca - poetisa portuguesa - cuja arte descobri em uma exposição no Centro Cultural São Paulo e dela nunca esqueci.

Madredeus - quarteto português - cuja música -como já diziam seus integrantes- tem toques de bossa nova e do tradicional fado típico da cultura lusitana.

Portugal sempre esteve presente em minha Vida, agora mais do que nunca por um motivo especial.
Lá vivem pessoas maravilhosas com quem troco idéias, palavras e Amizade.
Há um oceano entre nós, mas nosso carinho mútuo percorre em segundos, quilômetros de fibras óticas e mesmo distantes sentimo-nos próximos, constantes em nosso afeto pra lá de virtual.

Beijos mil para vocês!!!

... disse...

noossaaaaa
q lindo isso!!!!!
tocante como sempre
fortemente sensivel e expressante
tão qnto identificante..
^^
inclusive a mim..

bjoo giii
=*
amo
s2

1/4 de Fada disse...

Florbela espanca foi uma mulher de eleição, muito "sofrida", como vocês dizem, que nos deixou palavras maravilhosas. Vou mandar-te o link para um poema dela magíficamente musicado pelos Trovante, vais adorar.

Turmalina disse...

Minha querida

Me sinto tão Florbela ultimamente...
Obrigada pela doce lembrança!
Um beijo grande

Tatah Marley's Confissões disse...

Liiiindo!
nao tinha ouvido flar dela, mais adorei o escrito!
;*

Quase Trinta disse...

Adoro Florbela e o meu mundo é muito parecido como dela...

beijocas e ótimo final de semana.

f@ disse...

Bonito este texto como tantos outro poemas da FE que assim sentia como o que escreveu...
beijinhos das nuvens

r_ogeri_o disse...

"O meu mundo não é como o dos outros [...] há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo..."

delicioso

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